sábado, 28 de agosto de 2010

Dormir pouco ou dormir mal , pode aumentar a pressão arterial de adolescentes.

Sabemos que existe uma forte relação entre a síndrome da apnéia obstrutiva do sono e a hipertensão arterial. A apnéia do sono , caracteriza-se pela presença de roncos , episódios de apnéia ( pausas respiratórias ) e sonolência diurna. Cerca de 50% dos hipertensos , apresentam algum grau de apnéia do sono.

No entanto , não parece ser necessário que haja um quadro clássico de apnéia do sono , para que a pressão arterial se eleve. Essa é a constatação de pesquisadores de Cleveland ( Estados Unidos ). Os autores deste recente estudo , pesquisaram a qualidade do sono ( através de polissonografia ) e a pressão arterial ( medida algumas vezes , durante dois dias consecutivos ) em 238 adolescentes , com idades que variavam de 13 a 16 anos .

Os pesquisadores , ao confrontarem os dados obtidos nos exames de polissonografia com as medidas da pressão arterial , concluíram que os adolescentes que apresentavam um sono ineficaz ( menos de 85% de eficácia avaliada pela polissonografia ) ou um sono de curta duração ( inferior a seis horas ) , apresentavam níveis de pressão arterial acima do desejado ( a chamada pré-hipertensão ) para o seu sexo e a sua altura.

Os achados deste estudo não parecem ser explicados por outros fatores , como o peso , nível sócio-econõmico , presença de apnéia e de outras doenças. Os autores enfatizam que um quarto dos participantes desse estudo , apresentavam um sono ineficaz ou de curta duração , salientando ainda , que os adolescentes com distúrbios do sono previamente conhecidos ou portadores de outras doenças , foram excluídos da amostra estudada.

As causas deste sono inadequado , são desconhecidas . Na amostra do estudo , a presença de asma , efeito de cigarro ou do café , causas comuns de sono inadequado , não foram observados. Os autotes concluem afirmando que , a prevenção da hipertensão arterial, não de envolver apenas a manutenção de um bom peso , hábitos alimentares adequados ou a prática de exercícios físicos mas , também , a manutenção de um sono adequado.

Fonte: portal do coração

Dormir perto do celular prejudica o sono e causa dor de cabeça, diz estudo.

Um estudo realizado por pesquisadores americanos apontou que a radiação emitida pelo telefone celular pode afetar o sono. O trabalho, realizado por especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, expôs 71 homens e mulheres com idades entre 18 e 45 anos à radiação do celular durante o sono. Os pesquisadores observaram que as fases iniciais do sono foram diretamente afetadas e que outras, importantes para a recuperação dos desgastes sofridos durante o dia, também foram atingidas pelas radiações. A pesquisa ainda mostrou que as pessoas que dormem próximas ao telefone celular sofrem mais de dores de cabeça. Audição Estudos realizados anteriormente já tinham apontado outros malefícios do uso do celular. No ano passado, cientistas indianos mostraram que usar o aparelho mais de uma hora por dia pode causar danos à audição. Na pesquisa, os especialistas analisaram cem pessoas que usaram seus celulares por mais de uma hora por dia durante quatro anos. Eles observaram que os participantes começaram a confundir sons de alta freqüência, como os de palavras que se iniciam com as letras s, f, t e z. Além disso, pesquisadores israelenses acreditam que o uso do telefone celular por apenas cinco minutos diários já pode ser o suficiente para acelerar a divisão das células. Os especialistas explicaram que a divisão celular é um processo que ocorre naturalmente quando há crescimento ou renovação dos tecidos, mas também pode provocar câncer.
Fonte: BBC Brasil

A posição correta para dormir no lugar certo.



Ao atingir 60 anos, uma pessoa já passou em média 20 anos de sua vida deitada em um colchão. Ou seja, o ser humano dorme um terço do tempo de sua existência, considerando que em geral as pessoas dormem cerca de oito horas por dia. Várias pesquisas apontam que 90% dos problemas de dores de cabeça, torcicolos, dores na nuca, dores lombares e musculares são decorrentes de noites mal dormidas em colchões inadequados.

Qual é a melhor posição para ter uma boa noite de sono e manter a saúde da coluna? Como escolher o colchão ideal? E o travesseiro? As questões têm muita procedência, pois há milhares de tipos de colchões e de travesseiros, sem contar os diferentes hábitos referentes ao ato de dormir e à posição do corpo durante o sono. Uma boa noite de sono não apenas nos traz bom humor e tranquilidade para enfrentar o cotidiano como influi diretamente na saúde da coluna. Como ortopedista, este é o ponto que quero enfatizar dentro do tema dormir bem. E é neste contexto que entro na seara de qual é o colchão e o travesseiro mais adequado para cada um e chego à explicação de qual é a melhor posição do corpo para dormir.
Colchão

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Seu colchão pode estar atuando como uma antena captando radiação!

A taxa de câncer de mama nos países ocidentais é de 10 por cento maior no peito esquerdo que no direito. Isso também é verdadeiro para o câncer de pele melanoma.

Pesquisadores têm sugerido uma explicação surpreendente para isso - e para o aumento dramático nas taxas de câncer de mama e melanoma nas últimas três décadas.

No Japão, não há correlação entre as taxas de melanoma e câncer de mama, e não há predominância do lado esquerdo para qualquer doença. A taxa de câncer de mama no Japão também é significativamente menor do que no Ocidente.

Isto pode ser devido a diferenças nos hábitos de sono no Japão e nos países ocidentais. Pesquisas anteriores já haviam mostrado que as pessoas preferem dormir em seu lado direito, possivelmente como uma maneira de reduzir o peso de estresse sobre o coração.

Este hábito provavelmente é o mesmo, tanto no Oriente e no Ocidente, mas o futons usados para dormir no Japão são colchões colocados diretamente no chão do quarto, em contraste com os colchões com caixas de mola  usados no Ocidente.

Segundo a Scientific American:

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Posição correta ao dormir evita dores na coluna.

Dor nas costas tem sido um problema cada vez mais frequente na população. Segundo o ortopedista e traumatologista Jorge Aldi de Andrade Sirqueira, as dores nas costas se constituem no principal motivo das consultas dos clínicos, reumatologistas e, principalmente, ortopedistas. E pelos mais diversos motivos. “Os fatores de risco mais relevantes das lombalgias e dorsalgias são sobrecarga ou esforço físico adicional, posturas incorretas, obesidade, sedentarismo e estresse”, comentou o médico.

A posição ao deitar-se para dormir e também o colchão e o travesseiro utilizados também podem influenciar na saúde da coluna. “Em relação às posturas, são importantes os cuidados durante as atividades laborativas, como evitar longo período assumindo uma mesma posição, e até mesmo durante o repouso. E durante o sono, em geral, o decúbito dorsal (deitar com a barriga voltada para cima) e lateral (para os lados esquerdo ou direito) são as melhores posturas. Além disso, pessoas que apresentam dor nas costas devem evitar dormir com a barriga para baixo”, explicou.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Dormir demais pode ser sinal de doença!

9% dos entrevistados que dormiam nove horas ou mais por dia o risco de desenvolver doenças cardiovasculares aumentou 1,5 vezes.

"A qualidade do sono é um indicador da qualidade de vida e da saúde do indivíduo", afirma o presidente do Departamento de Neurologia da Associação Paulista de Medicina, Rubens Reimão.



Dormir bastante não é garantia de organismo descansado, bem-disposto. Pelo contrário: sono em excesso pode indicar um risco maior de desenvolver doenças cardiovasculares, segundo um estudo feito pelo Centro de Controle de Doenças, órgão ligado ao governo dos Estados Unidos com 30.397 entrevistados.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Quanto tempo dura um sonho?

Os sonhos podem durar de alguns segundos até mais de uma hora. No entanto, os especialistas ainda não conseguiram comprovar o tempo certo que podem durar nem a média da maioria. Só ocorrem em um período do sono chamado REM (sigla que significa Movimento Rápido dos Olhos, em português), uma das cinco fases do sono. Nessa etapa, os olhos, mesmo fechados, se movimentam de um lado para o outro, e o cérebro parece trabalhar como se estivéssemos acordados.

É importante saber que os sonhos não duram a mesma quantidade de tempo que a situação vivenciada levaria na realidade. A maioria deles está relacionada aos nossos sentimentos, como medo e preocupação. Para que sejam lembrados é necessário acordar logo depois ou durante o sonho. Caso isso não ocorra, dizemos que não sonhamos, mas não é verdade, já que podemos ter vários sonhos durante a noite e só lembrar daquele que tivemos antes de acordar ou nem isso.

É durante o sono que as informações da memória, captadas durante todo o dia, são fixadas no cérebro. Quando sonhamos, é como se as experiências diárias passassem por uma limpeza; só o que é importante permanece no cérebro. É por isso que não adianta nada estudar na véspera da prova. Tem de fazer isso diariamente. Durante a aula, aprende-se o assunto que deve ser estudado ainda no mesmo dia, antes de dormir, e revisado nos seguintes, para que possa ser fixado. (Consultoria do neurologista Flávio Alóe, do Instituto do Sono do Hospital das Clínicas)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

«Dormir é bom, Dormir faz bem» alerta para as boas práticas

As crianças e os adolescentes portugueses evidenciam níveis de sonolência diurna preocupantes. O alerta parte da professora Helena Rebelo Pinto, que, em conjunto com a neurologista Teresa Paiva e a ilustradora Danuta Wojciechowska, acaba de lançar o livro «Dormir é bom, Dormir faz bem» (Bertrand Editora). Em entrevista ao Diário Digital, além de nos elucidar sobre a importância do sono, anuncia não uma, nem duas, mas três novidades…
«Dormir é bom. Dormir faz bem» é um livro de lengas-lengas para as crianças que ainda não sabem ler. Destina-se a ser usado pelos pais e pelos educadores para sensibilizarem as crianças para a importância de dormir bem e como dormir bem. Até porque, de acordo com as autoras, a questão do sono é uma questão da maior importância, não só ao nível da saúde, mas também do sucesso escolar ou da sociabilidade.

terça-feira, 20 de julho de 2010

O trabalho de dormir!

Há os que são felizes na cama, dormem bem obrigado, e passam o dia lépidos e fagueiros. Há também os que bocejam a todo instante, como se uma noite inteira de sono fosse pouco. Há ainda, é claro, quem rola e rola entre os lençóis e mal dorme. Só não há quem viva sem dormir. Sem comer, pode-se agüentar duas semanas ou mais ainda, como conseguem os campeões da arte de jejuar. Sem pregar o olho, morre-se em sete dias — presumem os médicos.

Além de indispensável, o sono é certamente a atividade humana mais carregada de fascínio e mistério — a que desperta os mais primitivos temores, associados ao desconhecido, à desproteção e à morte. Ao mesmo tempo, é uma insubstituível fonte de prazer. Todos os vertebrados dormem. Os invertebrados, não; mas mesmo estes como os insetos, alternam períodos de ação e repouso. Apesar do muito que ainda falta saber sobre os mecanismos do sono, faz tempo que os cientistas acordaram para uma verdade básica o sono não é apenas um outro nome para repouso.

É um estado fisiológico especial — as ondas cerebrais se alteram em relação ao período de vigília os músculos chegam à condição atonia, ou seja, total inércia; os globos oculares se movimentam como se a pessoa acompanhasse algo com olhar, embora as pálpebras estejam fechadas.

Distúrbio do sono na infância traz prejuízos na vida adulta

Deitar sempre à mesma hora, falar pouco e não se agitar durante a noite, não ter pesadelos, dormir o número de horas suficiente para cada idade, acordar sozinho, recuperado e bem disposto para um dia de mais atividades. Será que todas as crianças conseguem isso? De acordo com o pediatra e homeopata Yechiel Moises Chencinski, sempre que houver uma alteração nessa dinâmica, o resultado pode não ser satisfatório. 

Começar um dia após uma noite mal dormida ou mesmo em claro costuma trazer problemas:

— Não só para a criança, mas para todos nós, um dia produtivo só pode começar após uma boa noite de sono. Nossas baterias, muito exigidas durante o período de atividade, são recarregadas durante a noite e, para isso, é fundamental que esse período seja vivenciado com uma diminuição da atividade metabólica. Assim, podemos carregar nossas baterias sem gastá-las ao mesmo tempo.