quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O uso intenso de celulares pode aumentar o risco de tumores.

A investigação mais completa já realizada em risco de câncer de cérebro de telefones celulares sugere que os usuários pesados podem apresentar um risco elevado de desenvolver os tumores, a constatação de que é provável que continue alimentando preocupações sobre a saúde popular gadgets eletrônicos.

O estudo, chamado Interphone, descobriu que as pessoas que relataram conversar sobre os telefones o equivalente a uma meia hora por dia durante 10 anos tiveram um risco elevado de câncer cerebral rara e freqüentemente fatal, conhecida como gliomas, o mesmo tipo que no ano passado derrubou o senador Ted Kennedy nos EUA, embora os pesquisadores tenham concluído  que as suas provas não são forte o suficiente para ligar os dispositivos à doenças.

Os utilizadores frequentes tinham um 40 por cento maior risco de glioma, em comparação com pessoas que nunca usaram os telefones, bem como sobre o dobro do risco de desenvolver tumores no mesmo lado da cabeça onde se realiza habitualmente o seu celular enquanto fala, ou onde maior parte da energia emitida por seus telefones seria absorvida.

Os resultados foram baseados em uma revisão do uso do telefone celular entre os mais de 5.100 pessoas diagnosticadas com câncer no cérebro em 13 países, incluindo Canadá, Japão, Alemanha e Israel a partir de 2000 a 2005, bem antes da recente explosão no uso de celular, um fator que preocupa os pesquisadores.

"Eu acho que esses resultados são motivo de preocupação pois os indivíduos estudados eram usuários leves em comparação aos dias de hoje", comentou Elisabeth Cardis, principal autor do estudo e professor do Centro de Investigação em Epidemiologia Ambiental de Barcelona.

Falta de sono afeta combate a doenças

Problemas de saúde atrapalham sono adequado.
Combinação de efeitos leva a círculo vicioso perigoso.


Uma doença pode afetar o descanso e o sono, e quando uma pessoa dorme mal debilita sua capacidade para lidar com doenças, segundo um estudo da Universidade de Stanford publicado na revista "Current Biology".

A vinculação entre a falta de sono e a doença é bem conhecida, mas até agora, segundo os pesquisadores da Faculdade de Medicina de Stanford, não se tinha achado uma explicação. Eles a buscaram nas moscas da fruta.
"Quando as moscas adoecem, param de dormir", explicou David Schneider, professor de microbiologia e imunologia. "A perturbação do sono por sua vez transtorna o sistema imunológico, o que as faz mais vulneráveis à infecção e, daí, é tudo ladeira abaixo em uma 'espiral da morte'".

OMS: Depressão será doença mais comum do mundo em 2030

Dados divulgados nesta quarta-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, nos próximos 20 anos, a depressão deve se tornar a doença mais comum do mundo, afetando mais pessoas do que qualquer outro problema de saúde, incluindo câncer e doenças cardíacas.

Segundo a OMS, a depressão será também a doença que mais gerará custos econômicos e sociais para os governos, devido aos gastos com tratamento para a população e às perdas de produção.

De acordo com o órgão, os países pobres são os que mais devem sofrer com o problema, já que são registrados mais casos de depressão nestes lugares do que em países desenvolvidos.

Atualmente, mais de 450 milhões de pessoas são afetadas diretamente por transtornos mentais, a maioria delas nos países em desenvolvimento, segundo a OMS. As informações foram divulgadas durante a primeira Cúpula Global de Saúde Mental, realizada em Atenas, na Grécia.

"Os números da OMS mostram claramente que o peso da depressão (em termos de perdas para as pessoas afetadas) vai provavelmente aumentar, de modo que, em 2030, ela será sozinha a maior causa de perdas (para a população) entre todos os problemas de saúde", afirmou à BBC o médico Shekhar Saxena, do Departamento de Saúde Mental da OMS.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Distúrbio da sonolência excessiva afeta 5% da população


Síndrome está ligada ao ritmo de vida moderna, aponta especialista

Cochilar ao volante, perder o raciocínio durante uma conversa e repetir atos automáticos sem consciência do que se está fazendo. Estes podem ser sintomas de um distúrbio cada vez mais presente nos consultórios de neurologistas: a síndrome do sono insuficiente de origem comportamental, que atinge 5% da população.

O quadro - cujo principal sintoma é a sonolência excessiva durante o dia - tem a ver com o ritmo da vida moderna, aponta o neurologista Flávio Alóe, coordenador do Laboratório do Sono do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC-USP). E, mais do que uma situação normal, é um problema que pode e deve ser tratado. Além de causar a perda da produtividade, a sonolência excessiva também coloca em risco a vida daqueles que dirigem, cuidam de crianças ou operam máquinas.

sábado, 28 de agosto de 2010

Dormir pouco ou dormir mal , pode aumentar a pressão arterial de adolescentes.

Sabemos que existe uma forte relação entre a síndrome da apnéia obstrutiva do sono e a hipertensão arterial. A apnéia do sono , caracteriza-se pela presença de roncos , episódios de apnéia ( pausas respiratórias ) e sonolência diurna. Cerca de 50% dos hipertensos , apresentam algum grau de apnéia do sono.

No entanto , não parece ser necessário que haja um quadro clássico de apnéia do sono , para que a pressão arterial se eleve. Essa é a constatação de pesquisadores de Cleveland ( Estados Unidos ). Os autores deste recente estudo , pesquisaram a qualidade do sono ( através de polissonografia ) e a pressão arterial ( medida algumas vezes , durante dois dias consecutivos ) em 238 adolescentes , com idades que variavam de 13 a 16 anos .

Os pesquisadores , ao confrontarem os dados obtidos nos exames de polissonografia com as medidas da pressão arterial , concluíram que os adolescentes que apresentavam um sono ineficaz ( menos de 85% de eficácia avaliada pela polissonografia ) ou um sono de curta duração ( inferior a seis horas ) , apresentavam níveis de pressão arterial acima do desejado ( a chamada pré-hipertensão ) para o seu sexo e a sua altura.

Os achados deste estudo não parecem ser explicados por outros fatores , como o peso , nível sócio-econõmico , presença de apnéia e de outras doenças. Os autores enfatizam que um quarto dos participantes desse estudo , apresentavam um sono ineficaz ou de curta duração , salientando ainda , que os adolescentes com distúrbios do sono previamente conhecidos ou portadores de outras doenças , foram excluídos da amostra estudada.

As causas deste sono inadequado , são desconhecidas . Na amostra do estudo , a presença de asma , efeito de cigarro ou do café , causas comuns de sono inadequado , não foram observados. Os autotes concluem afirmando que , a prevenção da hipertensão arterial, não de envolver apenas a manutenção de um bom peso , hábitos alimentares adequados ou a prática de exercícios físicos mas , também , a manutenção de um sono adequado.

Fonte: portal do coração

Dormir perto do celular prejudica o sono e causa dor de cabeça, diz estudo.

Um estudo realizado por pesquisadores americanos apontou que a radiação emitida pelo telefone celular pode afetar o sono. O trabalho, realizado por especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, expôs 71 homens e mulheres com idades entre 18 e 45 anos à radiação do celular durante o sono. Os pesquisadores observaram que as fases iniciais do sono foram diretamente afetadas e que outras, importantes para a recuperação dos desgastes sofridos durante o dia, também foram atingidas pelas radiações. A pesquisa ainda mostrou que as pessoas que dormem próximas ao telefone celular sofrem mais de dores de cabeça. Audição Estudos realizados anteriormente já tinham apontado outros malefícios do uso do celular. No ano passado, cientistas indianos mostraram que usar o aparelho mais de uma hora por dia pode causar danos à audição. Na pesquisa, os especialistas analisaram cem pessoas que usaram seus celulares por mais de uma hora por dia durante quatro anos. Eles observaram que os participantes começaram a confundir sons de alta freqüência, como os de palavras que se iniciam com as letras s, f, t e z. Além disso, pesquisadores israelenses acreditam que o uso do telefone celular por apenas cinco minutos diários já pode ser o suficiente para acelerar a divisão das células. Os especialistas explicaram que a divisão celular é um processo que ocorre naturalmente quando há crescimento ou renovação dos tecidos, mas também pode provocar câncer.
Fonte: BBC Brasil

A posição correta para dormir no lugar certo.



Ao atingir 60 anos, uma pessoa já passou em média 20 anos de sua vida deitada em um colchão. Ou seja, o ser humano dorme um terço do tempo de sua existência, considerando que em geral as pessoas dormem cerca de oito horas por dia. Várias pesquisas apontam que 90% dos problemas de dores de cabeça, torcicolos, dores na nuca, dores lombares e musculares são decorrentes de noites mal dormidas em colchões inadequados.

Qual é a melhor posição para ter uma boa noite de sono e manter a saúde da coluna? Como escolher o colchão ideal? E o travesseiro? As questões têm muita procedência, pois há milhares de tipos de colchões e de travesseiros, sem contar os diferentes hábitos referentes ao ato de dormir e à posição do corpo durante o sono. Uma boa noite de sono não apenas nos traz bom humor e tranquilidade para enfrentar o cotidiano como influi diretamente na saúde da coluna. Como ortopedista, este é o ponto que quero enfatizar dentro do tema dormir bem. E é neste contexto que entro na seara de qual é o colchão e o travesseiro mais adequado para cada um e chego à explicação de qual é a melhor posição do corpo para dormir.
Colchão

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Seu colchão pode estar atuando como uma antena captando radiação!

A taxa de câncer de mama nos países ocidentais é de 10 por cento maior no peito esquerdo que no direito. Isso também é verdadeiro para o câncer de pele melanoma.

Pesquisadores têm sugerido uma explicação surpreendente para isso - e para o aumento dramático nas taxas de câncer de mama e melanoma nas últimas três décadas.

No Japão, não há correlação entre as taxas de melanoma e câncer de mama, e não há predominância do lado esquerdo para qualquer doença. A taxa de câncer de mama no Japão também é significativamente menor do que no Ocidente.

Isto pode ser devido a diferenças nos hábitos de sono no Japão e nos países ocidentais. Pesquisas anteriores já haviam mostrado que as pessoas preferem dormir em seu lado direito, possivelmente como uma maneira de reduzir o peso de estresse sobre o coração.

Este hábito provavelmente é o mesmo, tanto no Oriente e no Ocidente, mas o futons usados para dormir no Japão são colchões colocados diretamente no chão do quarto, em contraste com os colchões com caixas de mola  usados no Ocidente.

Segundo a Scientific American:

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Posição correta ao dormir evita dores na coluna.

Dor nas costas tem sido um problema cada vez mais frequente na população. Segundo o ortopedista e traumatologista Jorge Aldi de Andrade Sirqueira, as dores nas costas se constituem no principal motivo das consultas dos clínicos, reumatologistas e, principalmente, ortopedistas. E pelos mais diversos motivos. “Os fatores de risco mais relevantes das lombalgias e dorsalgias são sobrecarga ou esforço físico adicional, posturas incorretas, obesidade, sedentarismo e estresse”, comentou o médico.

A posição ao deitar-se para dormir e também o colchão e o travesseiro utilizados também podem influenciar na saúde da coluna. “Em relação às posturas, são importantes os cuidados durante as atividades laborativas, como evitar longo período assumindo uma mesma posição, e até mesmo durante o repouso. E durante o sono, em geral, o decúbito dorsal (deitar com a barriga voltada para cima) e lateral (para os lados esquerdo ou direito) são as melhores posturas. Além disso, pessoas que apresentam dor nas costas devem evitar dormir com a barriga para baixo”, explicou.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Dormir demais pode ser sinal de doença!

9% dos entrevistados que dormiam nove horas ou mais por dia o risco de desenvolver doenças cardiovasculares aumentou 1,5 vezes.

"A qualidade do sono é um indicador da qualidade de vida e da saúde do indivíduo", afirma o presidente do Departamento de Neurologia da Associação Paulista de Medicina, Rubens Reimão.



Dormir bastante não é garantia de organismo descansado, bem-disposto. Pelo contrário: sono em excesso pode indicar um risco maior de desenvolver doenças cardiovasculares, segundo um estudo feito pelo Centro de Controle de Doenças, órgão ligado ao governo dos Estados Unidos com 30.397 entrevistados.